A inteligência artificial já integra o processo decisório de empresas em diferentes setores. Mas, quando uma decisão é apoiada por IA, como ficam os deveres e a responsabilidade dos administradores?

Em artigo publicado no portal Legislação & Mercados (Capital Aberto), nossos advogados da área de Direito Societário e M&A, Bruna Frasson e Jan Stricht, analisam os impactos da utilização de ferramentas de inteligência artificial à luz da Lei das Sociedades por Ações, discutindo os limites da delegação tecnológica, os deveres fiduciários dos administradores e os desafios para a aplicação dos padrões de diligência e governança corporativa. A análise parte do pressuposto de que a IA pode qualificar a tomada de decisão, mas não afasta a responsabilidade dos administradores, que permanece vinculada ao dever de agir de forma diligente, informada e no melhor interesse da companhia.

Leia o artigo completo clicando aqui.

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